sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Chega de violencia!! Llega de violencia hacía las mujeres!!



Gracias Cla y Marian.

Brigada medica cubana atuando no Haiti

14/01/2011 - 08:00 | Federico Mastrogiovanni | enviado especial a Porto Príncipe

Médicos cubanos lideram combate à cólera e mantêm prestígio no Haiti

Mesmo antes do terremoto de 12 de janeiro de 2010, eles já estavam no Haiti. E, após o tremor, formaram uma das missões mais ativas e competentes em solo haitiano, elogiada pela ONU (Organização das Nações Unidas) e outras entidades internacionais. Os mais de mil médicos da Brigada Médica Cubana em atividade no Haiti, além de ajudarem os milhares que ficaram desabrigados, também desempenham papel importante no combate à recente epidemia de cólera.
Federico Mastrogiovanni

Doutor Somarrimba: um ano de esforços humanitários por todo o Haiti

“Até hoje, a Brigada Médica atendeu mais de 40 mil pacientes, cobrindo 40% do total de atendimentos oferecidos no Haiti”, contou, orgulhoso, o doutor Lorenzo Somarriba López, vice-ministro da Saúde e coordenador-geral da brigada, em entrevista ao Opera Mundi. Apesar de ser raramente citada pela mídia internacional, a missão cubana – presente desde 1998 no Haiti –, recebe amplo apoio dos haitianos, de acordo com Somarrimba. “Quando as manifestações contra o resultado das eleições presidenciais tomaram as ruas, saímos protegidos somente pela bandeira cubana. Isso diz muito sobre nosso trabalho.”

http://operamundi.uol.com.br/entrevistas_ver.php?idConteudo=142

domingo, 9 de janeiro de 2011

Día en casa de Alvaro I

Y los postales...








Día en casa de Alvaro

      Todavía en el año pasado, en la última reunión del Master, en casa de Alvaro, divertidisimo!! Pena que faltaron unas y unos cuantos...

  las personas:











Caso Battisti

Por Carlos Lungarzo, da Anistia Internacional

Desde o anúncio brasileiro de 31 de dezembro, de que Cesare Battisti não seria extraditado, a Itália lançou na mídia um grande número de bravatas, que encontraram repercussão no Brasil apenas na classe alta europeizada e na classe média revanchista.
Entretanto, enquanto esses brados estimulavam os profetas do alarmismo nestas terras ex(?)-coloniais, foram diminuindo em intensidade nos meios políticos da metrópole, tanto que um dos   porta-brados, o chanceler, mudou significativamente sua maneira de agir.
O ministro de Relações Exteriores Franco Frattini (foto) é famoso por duas coisas: 
  1. por ser um dois poucos entre os altos dignitários italianos que nunca passou por um partido neofascista, e
  2. por seu incansável combate à difusão dos videogames. Parece que as cenas de sexo (às vezes há algumas figurinhas   brincando   na tela) pervertem a pureza da alma infantil. 
No começo, Frattini acompanhou o embalo de seus colegas. Mas, quando viu que o antigo líder fascista juvenil de Milão de 1973, Ignazio La Russa, ameaçava o Brasil com retaliações truculentas, decidiu descer do cavalo, e nos últimos três dias optou por dizer que ninguém ganha nada com retaliações e bloqueios. 
Não sabemos, mas talvez tenha lembrado que a Fiat tem sua maior fonte de receita nos consumidores brasileiros...
Muito mais racional que os outros, o chanceler cada vez usa ameaças mais suaves e discretas, e já no 06/01 fez apenas uma ligeira menção ao que fora, até o dia anterior, seu carro chefe: o Tribunal de Justiça de Haia. Talvez pela necessidade de testar os jogos eletrônicos para poder fundamentar sua censura, o ministro parece possuir uma grande habilidade tática e sabe mudar a posição do  joystick  em um décimo de segundo.
Como sempre, a   torcida  do mundo periférico corre atrás, e tanto pelos jornais como pela TV a cabo, alguns especialistas brasileiros em generalidades internacionais continuam ameaçando com o fantasma daquele tribunal. Vale a pena ver rapidamente esse assunto da ICJ (Tribunal Internacional de Justiça) de Haia, que tanto reboliço está causando.
Só para acalmar o público humanitário (que os ideólogos das elites tentam manter perturbado com informações alarmistas, cuja falsidade nem todos podem aferir), lembremos que a burocracia internacional, por pomposos que sejam seus cargos, está interessada em relações de interesses e vantagens e, salvo alguma exceção, não se importa por justiça nem por direitos humanos (uma exceção à qual desejo fazer justiça é o francês Guy Primm, com quem estive vinculado no Acnur).
Quanto à eterna chantagem, que se funda sempre na tendência de elite brasileira à submissão, deve pensar-se que não é inevitável que uma atitude independente afaste o Brasil do 1º Mundo. 
Por um lado, se a Itália fosse suficientemente poderosa para barrar a entrada do Brasil no CS da ONU, usaria esse poder para obter uma cadeira para ela própria. 
Por outro lado, o governo brasileiro tem mostrado ultimamente menos fascínio por aquela tão difícil quanto inútil conquista: entre a subserviência da época Collor-FHC e as pretensões de voltar ao império, deve existir um ponto intermediário mais sensato.
Aliás, se a imagem internacional depende da seriedade do país, deveríamos refletir até que ponto seria considerado sério um estado cujo governo se ajoelhasse perante um governo integrado pela máfia, o Vaticano, o neofascismo e a embaixada americana.
Os colegas dos movimentos humanitários que se sentem alarmados pelas profecias antiasilo difundida por charlatões qualificados, podem acalmar-se: o maior volumedas  desinformações  atuais é constituído por guerra de boatos. 
Não se deve esquecer que  muitos consultores privados em assuntos internacionais possuem grandes conexões com a altíssima elite mundial, e seus palpites são bem recompensados por grandes empresas exportadoras, fabricantes de armas, exércitos e governos, quando não... 
Salvo as poucas exceções que confirmam a regra, sua tarefa é tornar submissa a opinião pública de seus países para que aceite as condições dos grandes patrões, sejam subsídios agrícolas, planos militares, pactos antiterroristas ou outras camisas de força. 
Os menos bem sucedidos, se conformam com colher algumas migalhas que recebem por serviços de desinformação, como tem acontecido permanentemente com o Caso Battisti.
Além disso, pensem que desde que se inventou a ciência no século 16 (aliás, justamente por um italiano, Galileu), o conhecimento verdadeiro está ao alcance de todos, e acreditar na falação de  mestres,  ungidos  ou  iluminados  é pura ingenuidade. Que eles possam vencer é verdade, pois têm o dinheiro e a força bruta, mas suas vigarices não convencem.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Medio pan y un libro

Medio pan y un libro.
Locución de Federico García Lorca al Pueblo de Fuente de Vaqueros (Granada). Septiembre 1931.
"Cuando alguien va al teatro, a un concierto o a una fiesta de cualquier índole que sea, si la fiesta es de su agrado, recuerda inmediatamente y lamenta que las personas que él quiere no se encuentren allí. ‘Lo que le gustaría esto a mi hermana, a mi padre’, piensa, y no goza ya del espectáculo sino a través de una leve melancolía. Ésta es la melancolía que yo siento, no por la gente de mi casa, que sería pequeño y ruin, sino por todas las criaturas que por falta de medios y por desgracia suya no gozan del supremo bien de la belleza que es vida y es bondad y es serenidad y es pasión.
Por eso no tengo nunca un libro, porque regalo cuantos compro, que son infinitos, y por eso estoy aquí honrado y contento de inaugurar esta biblioteca del pueblo, la primera seguramente en toda la provincia de Granada.
No sólo de pan vive el hombre. Yo, si tuviera hambre y estuviera desvalido en la calle no pediría un pan; sino que pediría medio pan y un libro. Y yo ataco desde aquí violentamente a los que solamente hablan de reivindicaciones económicas sin nombrar jamás las reivindicaciones culturales que es lo que los pueblos piden a gritos. Bien está que todos los hombres coman, pero que todos los hombres sepan. Que gocen todos los frutos del espíritu humano porque lo contrario es convertirlos en máquinas al servicio de Estado, es convertirlos en esclavos de una terrible organización social.
Yo tengo mucha más lástima de un hombre que quiere saber y no puede, que de un hambriento. Porque un hambriento puede calmar su hambre fácilmente con un pedazo de pan o con unas frutas, pero un hombre que tiene ansia de saber y no tiene medios, sufre una terrible agonía porque son libros, libros, muchos libros los que necesita y ¿dónde están esos libros?
¡Libros! ¡Libros! Hace aquí una palabra mágica que equivale a decir: ‘amor, amor’, y que debían los pueblos pedir como piden pan o como anhelan la lluvia para sus sementeras. Cuando el insigne escritor ruso Fedor Dostoyevsky, padre de la revolución rusa mucho más que Lenin, estaba prisionero en la Siberia, alejado del mundo, entre cuatro paredes y cercado por desoladas llanuras de nieve infinita; y pedía socorro en carta a su lejana familia, sólo decía: ‘¡Enviadme libros, libros, muchos libros para que mi alma no muera!’. Tenía frío y no pedía fuego, tenía terrible sed y no pedía agua: pedía libros, es decir, horizontes, es decir, escaleras para subir la cumbre del espíritu y del corazón. Porque la agonía física, biológica, natural, de un cuerpo por hambre, sed o frío, dura poco, muy poco, pero la agonía del alma insatisfecha dura toda la vida
Ya ha dicho el gran Menéndez Pidal, uno de los sabios más verdaderos de Europa, que el lema de la República debe ser: ‘Cultura’. Cultura porque sólo a través de ella se pueden resolver los problemas en que hoy se debate el pueblo lleno de fe, pero falto de luz.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Hoy es sabado

"Me voy callar porque hoy es sabado, dejo para mañana lo que tengo para decir..."

sábado, 11 de dezembro de 2010

Porque Cuba sigue con nuestro respeto, admiración y defensa

Reflexiones de Fidel Castro:

La MINUSTAH y la epidemia

(El líder de la Revolución Cubana precisó que la ONU no solo debe
cumplir el elemental deber de luchar por la reconstrucción y el
desarrollo de Haití, sino también con el de movilizar los recursos
necesarios para erradicar una epidemia que amenaza con extenderse a
otros países. Además, señaló que con la experiencia adquirida, las
medidas adecuadas y el refuerzo de la Brigada "Henry Reeve", la Misión
Médica Cubana, con el apoyo de las autoridades haitianas, se ha
propuesto que ningún ciudadano haitiano carezca de asistencia frente a
la epidemia)

Hace alrededor de tres semanas se publicaron noticias e imágenes de
ciudadanos haitianos lanzando piedras y protestando indignados contra
las fuerzas de la MINUSTAH, acusándola de haber transmitido el cólera
a ese país a través de un soldado nepalés.

La primera impresión, si no se recibe información adicional, es que se
trataba de un rumor nacido de la antipatía que toda fuerza de
ocupación provoca.

¿Cómo podía probarse eso? Muchos de nosotros no conocíamos las
características del cólera y sus formas de transmisión. A los pocos
días cesaron las protestas en Haití y no se habló más del asunto.

La epidemia siguió su curso inexorable, y otros problemas, como los
riesgos derivados de la contienda electoral, ocuparon nuestro tiempo.

Hoy llegaron las noticias fidedignas y creíbles de lo que realmente
había ocurrido. El pueblo haitiano tenía sobradas razones para
expresar su indignada protesta.

La agencia de noticias AFP informó textualmente que: "El renombrado
epidemiólogo francés Renaud Piarroux dirigió el mes pasado una
investigación en Haití y llegó a la conclusión de que la epidemia fue
generada por una cepa importada, y se extendió desde la base nepalí"
de la MINUSTAH.

Otra agencia europea, la EFE, por su parte divulgó que: "El origen de
la enfermedad se encuentra en el pequeño pueblo de Mirebalais, en el
centro del país, donde los soldados nepalíes asentaron su campamento,
y apareció pocos días después de su llegada, lo que prueba el origen
de la epidemia¼ "

"Hasta ahora, la misión de la ONU en Haití (MINUSTAH) ha negado que la
epidemia entrara de la mano de sus cascos azules."

"¼ el doctor francés Renaud Piarroux, considerado uno de los
principales especialistas del mundo en el estudio de la epidemia de
cólera, no deja dudas del origen de la enfermedad¼ "

"El estudio fue encargado por París a petición de las autoridades
haitianas, indicó un portavoz diplomático galo."

"¼ la aparición de la enfermedad coincide con la llegada de los
soldados nepalíes que, además, proceden de un país donde hay una
epidemia de cólera.

"De otra forma no se explica la eclosión tan repentina y fuerte del
cólera en un pequeño pueblo de pocas decenas de habitantes.

"El informe analiza también la forma de propagación del mal, ya que
las aguas fecales del campamento nepalí eran drenadas al mismo río del
que toman el agua los habitantes del pueblo."

Lo más sorprendente que hizo la ONU fue, según comunicó dicha agencia,
el "¼ envío de una misión de investigación al campamento nepalí, que
concluyó que ese no podía ser el origen de la epidemia."

Haití, en medio de la destrucción del terremoto, la epidemia y su
pobreza, no puede prescindir ahora de una fuerza internacional que
coopere con una nación arruinada por las intervenciones extranjeras y
la explotación de las transnacionales. La ONU no solo debe cumplir el
elemental deber de luchar por la reconstrucción y el desarrollo de
Haití, sino también con el de movilizar los recursos necesarios para
erradicar una epidemia que amenaza con extenderse a la vecina
República Dominicana, el Caribe, América Latina y otros países
similares de Asia y África.

¿Por qué la ONU se aferró en negar que la MINUSTAH trajo la epidemia
al pueblo de Haití? No culpamos a Nepal, que fue en el pasado colonia
británica, cuyos hombres fueron utilizados en sus guerras coloniales y
hoy buscan empleos como soldados.

Indagamos con los médicos cubanos que hoy prestan sus servicios en
Haití y nos confirmaron las noticias transmitidas por las mencionadas
agencias de noticias europeas con notable precisión.

Hago una apretada síntesis de lo que nos comunicó Yamila Zayas
Nápoles, especialista en medicina general integral y anestesiología,
directora de una institución médica de 8 especialidades básicas y los
medios diagnósticos del proyecto Cuba-Venezuela, inaugurado en octubre
de 2009 en el área urbana de Mirebalais, con 86 000 habitantes, en el
Departamento Norte.

El sábado 15 de octubre ingresaron 3 pacientes con síntomas diarreicos
y deshidratación aguda; el domingo 16 ingresaron 4 con similares
características, pero de una misma familia, y tomaron la decisión de
aislarlos y comunicar a la misión lo ocurrido; el lunes 17
sorpresivamente ingresaron 28 pacientes con síntomas similares.

La Misión Médica envió con urgencia un grupo de especialistas en
epidemiología que tomaron muestras de sangre, vómitos, heces fecales y
datos, que se enviaron con urgencia a los laboratorios nacionales de Haití.

El 22 de octubre estos informaron que la cepa aislada correspondía a
la prevaleciente en Asia y Oceanía, que es la más severa. La unidad
nepalesa de los cascos azules de las Naciones Unidas está situada en
las orillas del río Artibonite, que atraviesa la pequeña localidad de
Méyè, donde surgió la epidemia, y Mirebalais, donde se extendió
después rápidamente.

A pesar de la forma súbita en que apareció el cólera en el pequeño,
pero excelente hospital al servicio de Haití, de los primeros 2 822
enfermos atendidos inicialmente en áreas aisladas del mismo,
fallecieron solo 13 personas, para una tasa de letalidad del 0.5%; con
posterioridad, al crearse en lugar aparte el Centro de Tratamiento del
Cólera, de 3 459 enfermos, fallecieron 5 casos de pacientes muy
graves, para el 0.1%.

La cifra total de enfermos de cólera en Haití ascendía hoy martes 7 de
diciembre a 93 222 personas, y el índice de pacientes fallecidos
alcanzaba la cifra de 2 120. Entre los atendidos por la Misión Cubana
ascendía a 0.83%. El índice de fallecidos en las demás instituciones
hospitalarias es de 3.2%. Con la experiencia adquirida, las medidas
adecuadas y el refuerzo de la Brigada "Henry Reeve", la Misión Médica
Cubana, con el apoyo de las autoridades haitianas, se ha propuesto
asistir a cualquiera de las 207 subcomunas aisladas, de modo que
ningún ciudadano haitiano carezca de asistencia frente a la epidemia,
y muchas miles de vidas puedan preservarse.


Fidel Castro Ruz
Diciembre 7 de 2010

http://www.juventudrebelde.cu/especiales/fidel-castro/reflexiones/2010

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Era para ser un buen día

Era para haber sido un buen día. Él se había despertado temprano, había acompañado el nacer del día, maravillado con los cambios de luz y sombras.
Se fué a la videoteca; sin enfados, atendió a toda la gente que se había presentado. A las 16:00, salió a fotografiar, y la ciudad le parecía medio dormida. "Suele ser asi en Cáceres", le dijera una amiga tiempos antes.

Encontró la foto perfecta: una ventana cerrada, donde se podía ver la flor en el interior, una sombra de otra ventana, y el paisaje exterior refletido. Feliz, fué rápido a tratar e imprimir la foto, poner marcos, y llevar al Centro de Artes.

Ella debía llegar a las 21:00. Era tímida, nunca se anunciaba su llegada. Hablaba poco, escuchaba mucho. Él, queriendo siempre meter los dedos en el pelo tan largo de ella, pensaba en que disculpas tendría para llevarla a pasear por el Centro. Ella sonreía despacio, pero largamente. Ella le gustaba, decidió.

Las horas pasaban, y nada de ella. Él miraba el reloj constantemente, empezando a agobiarse. Cuando el teléfono suena, se sobresalta, pero, no es el número de la mujer que aparece en la pantalla.

"Hola", "Rubén?", "Si... que? QUE??? Hospital? Ahora voy"
El fotógrafo no sabe, pero, la sonrisa que ella llevava ahora ya es una máscara eterna, tras su cuerpo humedecido por el txirmiri y la sangre haber sido removido de la plaza.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A cerveja gelada na esquina, como se espantasse o mal

Que si, que si, que si!!
(no es nada, sólo que me gusta la énfasis en el positivo, hehehe)

Es una noche bella, lluviosa, y me debruzo en el trabajo, mientras me animo con O Rappa.
Hablo con Gustavo, que me comenta las ultimas de wikileaks sobre Brasil. Él también me llamó la atención sobre las contradicciones de ese blog. Verdad, tiene razón, las historias de muerte no coadunan con las fotos llenas de risas... tal vez sea un poco de "mi amor por la humanidad"...

Dos cosas: que diablos de democracia es esa? Cuando China cierra medios de difusión, son dictadores y nosequémás, cuando EEUU y Marruecos hacen eso, sólo estan protegendo a sus pueblos?

En ese momento, estoy echando de menos a los CDs de O Rappa, Lado A Lado B y RappaMundi...

"el sonido de los niños jugando en la calle, como si fuera su casa; la cerveza helada en la esquina, como si pudiera espantar lo malo...
un té para curar esa 'asia', un buen té para curar esa 'asia', todas las ciencias de baja tecnologia, todos los colores escondidos en las nubes de la rutina..."